O SEGREDO POR TRÁS DA MATÉRIA…UNIVERSO HOLOGRÁFICO, UM NOVO PARADIGMA

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Publicado por: O Arquivo

Baseado no documentário “Universo Holográfico”

Parte 1

Aviso: o tema deste texto que você esta para ler, revela um segredo crucial em sua vida. Você deve ler atentamente pois refere-se a um tema que poderá provocar alterações fundamentais em sua visão do mundo material. O conteúdo desse texto não é apenas uma visão diferente ou um pensamento filosófico. Na realidade são fatos comprovados pela ciência hoje.

O Segredo por trás da Matéria – O homem é condicionado desde o seu nascimento, a pensar que o mundo em que vive é uma realidade absolutamente material. Assim ele cresce sob o efeito deste condicionamento e constrói toda a sua vida baseado neste ponto de vista.

As descobertas da ciência moderna, entretanto, revelaram a completa diferença entre a realidade significativa e o que é presumido. Toda a informação que recebemos de nosso mundo exterior nos é transmitida por nossos cinco sentidos. O mundo que conhecemos consiste do que nossos olhos veem, nossos ouvidos ouvem, nossos narizes cheiram, nossa língua saboreia e nossas mãos sentem. O homem depende, desde o nascimento, destes cinco sentidos. Assim ele conhece o mundo exterior apenas da forma com que é apresentado por estes cinco sentidos.

Atualmente, pesquisas científicas sobre os nossos sentidos revelaram fatos bem diferentes daquilo que denominamos de “mundo externo”. E estes fatos trouxeram a luz um importante segredo sobre a matéria de que é feito o “mundo externo”. um pensador contemporâneo, Frederick Vester, explica as declarações de alguns cientistas, afirmando que “o homem é uma imagem, toda experiência é temporária e ilusória, e este universo é uma sombra”, parecem estar sendo comprovadas pela ciência em nossos dias.

Para melhor captar este segredo por trás da matéria, devemos nos relembrar de como captamos a informação da realidade que nos prove com a mais extensa informação de nosso mundo exterior.

Como vemos?

A visão ativa ocorre progressivamente. No momento da visão, partículas luminosas, denominadas fótons viajam do objeto até o olho e passam pelo cristalino onde são refratados e focados na retina, no fundo do olho. Aqui, os raios luminosos são transformados em sinais elétricos e transmitidos por neurônios até o centro da visão no parte posterior do cérebro. A visão realmente ocorre no centro da visão no fundo do cérebro. Todas as imagens que vemos durante a vida e todos os eventos que experimentamos são na realidade experimentados neste pequeno e escuro lugar. Tanto o texto que você esta vendo agora, bem como as paisagens sem fronteiras que você vê quando mira o horizonte, na realidade comprimem-se neste espaço de poucos centímetros.

Agora, vamos reconsiderar alguns conceitos, cuidadosamente. Quando dizemos “nós vemos”, na realidade vemos o efeito dos raios atingindo os olhos convertidos em sinais elétricos e formados no cérebro. Quando dizemos “nós vemos”, na realidade observamos os sinais elétricos em nosso cérebro.

A propósito, há um outro aspecto a considerar.

O cérebro esta “selado” para a luz e esta sempre em completa escuridão. Assim, não é possível ao cérebro contatar a luz, por si mesmo. Podemos explicar este interessante fenômeno com um exemplo. Vamos supor que a nossa frente esta uma vela acesa e nós vemos sua luz. Durante o período em que vemos a luz da vela, o interior de nosso crânio e o cérebro estão em completa escuridão. A luz da vela jamais ilumina nosso cérebro e nosso centro de visão.

Entretanto, nós vemos um mundo luminoso e colorido dentro de nosso cérebro sem luz. O mesmo se aplica a todos os nossos outros sentidos, som, tato, sabor e olfato, que são percebidos no cérebro como sinais elétricos. Desta forma, o cérebro, durante nossa vida jamais se confronta com a fonte original da matéria existente fora de nós, mas apenas uma cópia elétrica da mesma, formada dentro do nosso cérebro. Neste ponto somos iludidos a pensar que estas cópias são instancias da realidade material fora de nós.

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Parte 2

O mundo exterior em nosso cérebro – Estes fatos físicos nos fazem chegar a uma indiscutível conclusão. Tudo aquilo que vemos, ouvimos, tocamos e sentimos como matéria, o mundo e mesmo o universo são apenas sinais elétricos em nosso cérebro. Por exemplo, vemos um pássaro em nosso mundo exterior. Mas na realidade este pássaro não esta em nosso mundo exterior, porém em nosso cérebro. As partículas de luz refletidas pelo pássaro alcançam nosso olho e de lá convertidas em sinais eléticos. Esses sinais são transmitidos por neurônios para o centro de visão no cérebro. O pássaro que vemos é na realidade o resultado de sinais elétricos em nosso cérebro.

Se o nervo conduzindo a informação fosse desconectado o pássaro desapreceria subitamente. Da mesma forma os sons dos pássaros são também formados em nosso cérebro, não haveria qualquer som. Colocando de forma simples, o pássaro, a forma do pássaro que vemos e o seu som que ouvimos é apenas a interpretação, efetuada pelo cérebro, de sinais elétricos.

Outro ponto a ser considerado é a sensação de distância. Por exemplo a distância entre você e a tela do computador. É apenas uma sensação de espaço formada em seu cérerbro, também, objetos que parecem estar muito distantes na visão de um indivíduo, são na realidade imagens plasmadas em um ponto dentro do cérebro.

Por exemplo, alguém que observe as estrelas, assume que elas estão a milhóes de anos luz distantes dele. Na realidade as estrelas estão dentro dele. É a visão em seu cérebro. Enquanto voce vê um filme, você assume que você esta em um ambiente, mas na realidade o ambiente esta em você. Você vendo seu corpo o faz pensar que esta dentro dele, entretanto você deve observar que seu corpo também é uma imagem formada em seu cérebro.

Até agora falamos de um mundo exterior, de um mundo de percepções formadas em nosso cérebro do que vemos. Entretanto como nunca podemos alcançar o mundo externo, como podemos estar certos de que este mundo externo realmente existe? Definitivamente, não podemos. A única realidade com que lidamos é o mundo de sensações nas quais vivemos em nossa mente.

Nós acreditamos na existência de objetos somente porque os vemos e tocamos e eles são refletidos para nós por nossas percepções. Entretanto nossas percepções são somente ideias em nossa mente. Assim, objetos que captamos por percepções não são nada além de ideias e estas ideias existem apenas em nossa mente. E se tudo isto existe apenas em nossoa mente, isto significa que nos somos iludidos por enganos quando imaginamos um universo e objetos com existência fora de nossas mentes.

Imaginar a matéria como tendo uma exintência fora de nossa mente é na realidade um engano ou ilusão. As sensações que observamos podem estar vindo de uma fonte artificial. É possível ver isto com um exemplo. Primeiro vamos supor que podemos retirar o cérebro de nosso corpo em mantê-lo vivo em uma caixa de vidro. Vamos adicionar um computador com toda a sorte de informações e finalmente vamos enviar todos os sinais elétricos (dados) que temos de luz, som, sabor, tato, olfato para este computador. Vamos conectar esse computador aos sensores de sentidos de nosso cérebro com conectores, e vamos eviar-lhe os dados previamente gravados.

Quando nosso cérebro perceber estes sinais ele vai “ver”, “sentir” e “viver” as cenas que lhe apresentamos. Deste computador também podemos enviar sinais elétricos referentes a imagens e cenas criadas. Por exemplo, podemos mandar sinais referentes ao que percebemos e sentimos enquanto estamos sentados a nossa mesa de trabalho. Neste estágio o cérebro pensará que é um homem de negócios sentados em seu escritório. Este mundo imaginário continuará enquanto a estimulação vinda do computador persistir. Nós nunca nos daríamos conta de que apenas somos um cérebro.

É de fato muito simples para nós, sermos enganados acreditanto que percepções sem qualquer causa material sejam reais. Isso é o que ocorre em nossos sonhos.

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PARTE 3

O Mundo em Sonhos – Para você realidade é tudo aquilo que pode ser tocado com as mãos e visto com os olhos. E nos sonhos também podemos tocar com as mãos e ver com os olhos. Mas na realidade você não tem mãos, olhos e nem existem algo que possa ser tocado ou visto. Tomando o que você percebe no sonho pela realidade material você esta preparado para ser enganado. Por exemplo, uma pessoa profundamente adormecida em sua cama pode ver a si mesma em um mundo totalmente diferente em seu sonho. Ela pode sonhar que é um piloto que comanda um grande jato. E mesmo pode despender muito esforço para comandar o avião.

De fato esta pessoa não se afastou um único passo de sua cama. Em seus sonhos ela pode viver em diferentes cenários e se encontrar com amigos, conversar com eles, come e beber com eles.

Somente quando a pessoa deperta de seu sonho que ela se dá conta que tudo foram apenas percepções. Se somos capazes de viver facilmente em um mundo irreal durante nossos sonhos o mesmo pode ser também verdadeiro para o mundo no qual vivemos. Quando despertamos de um sonho, não há razão lógica para não pensar que entramos em um sonho mais longo que denominamos de “vida real”.

A razão pela qual consideramos nossos sonhos como fantasia e o mundo como real nada mais é do que o produto de nossos hábitos e preconceitos. Isto sugere que podemos ser despertados de uma vida na terra que acreditamos estar vivendo neste momento. Da mesma maneira que somos depertados de um sonho.

Quem percebe?

Após todos estes fatos físicos, levanta-se a pergunta primordial. Se todos os eventos físicos que conhecemos são essencialmente percepções o que é nosso cérebro? Desde que nosso cérebro é matéria como nosso braço, perna ou qualquer outro objeto, ele também deve ser uma percepção como todos os outros objetos. Um exemplo vai clarear mais este assunto.

Vamos imaginar que estendemos os nervos que atingem nosso cérebro e o colocamos fora de nossa cabeça, onde podemos ver com nossos olhos. Neste caso seríamos capazes de ver nosso cérebro e tocá-lo com os dedos. Neste caso podemos perceber que o cérebro nada mais é do que uma percepção formada pela sensação da visão e do tato.

Então qual é a vontade que vê, ouve, sente e percebe todos os outros sentidos, se não é o cérebro? Quem vê, ouve, toca e percebe o sabor e o aroma? Que é este ser que pensa, raciocina, tem sensações, e mais, diz EU e MIM?

Um dos importantes pensadores de nossa época, Ken Wilber (Holographic Paradigm, p37), também coloca a mesma pergunta. Desde os gregos, os filósofos pensam sobre os “espíritos na máquina”, o pequeno homem dentro de um pequeno homem. Onde esta o EU, a pessoa que usa o cérebro? Quem é que se da conta da ação do conhecimento? São Francisco de Assis dizia: “Procuramlos aquele que vê.”

Na realidade o ser metafísico que usa o cérebro, que vê e sente, é o espírito. O que denominamos de mundo material é o agregado de percepções vistas e sentidas pelo espírito. Assim como os corpos que possuimos e o mundo material que vemos em nossos sonhos não possuem uma realidade física, o universo que ocupamos e os corpos que possuimos tampouco tem realidade material.

Sim, mesmo se inciamos com ferrenha oposição, afirmando que matéria é real, as leis da física, química e biologia, nos levam todas ao fato de que a matéria consiste em uma ilusão, e a inevitável atualidade de uma “matéria metafísica”.

Este é o segredo por trás da matéria. Este fato é tão definitivo que alarma alguns cientistas materialistas que pensam ser a matéria o absoluto ser. O escritor científico, Lincoln Barnett, diz no seu livro “O Universo e Einstein” que “Em conscordância com a afirmação dos filósofos da redução de toda a realidade objetiva a um mundo paralelo de percepções, os cientistas começaram a se conscientizar da alarmante limitação dos sentidos humanos.”

Todos estes fatos nos conduzem a uma importante e significativa pergunta: Se as coisas que aceitamos ser o mundo material são na realidade formadas por percepções, transmitidas ao nosso cérebro então qual a fonte destas percepções? Respondendo esta pergunta, devemos considerar o fato de que a matéria não tem apenas uma existência autônoma, mas é uma percepção. Assim, esta percepção deve ter sido causada por algum outro poder. O que significa que tem que ter sido criada.

Mais ainda, esta criação tem que ser contínua. Se não fosse uma criação contínua e consistente então o que nós denominamos “matéria” desapareceria e seria perdida. Isto pode ser parecido a uma televisão onde uma imagem é mostrada enquanto o sinal da antena é contínuo. Se a transmissão interrompe a imagem na tela também desaparece.

O ser real e absoluto

Então, quem faz nosso espírito ver o planeta Terra, corpos, plantas, nossos corpos, e tudo o mais que vemos? É muito evidente que existe um criador superior, que criou todo o universo material. Esta é a soma de todas as percepções e continua sua criação sem interrupção.

Desde que este criador mostra uma tal magnífica criação ele seguramente tem o poder e direitos eternos. Todas as percepções que ele cria são criadas por sua vontade e ele domina a tudo que criou em qualquer instante.

Este criador é DEUS, o Senhor dos céus e da terra. O único ser absoluto é Deus. Tudo fora Ele, são sombras de seres que Ele criou. Esta realidade é explicada da seguinte maneira pelo grande estudioso islâmico Imam Rabani: “Deus, a substância dos seres que Ele criou é o inexistente. Ele criou tudo no âmbito dos sentidos e ilusões. A existência do universo é no âmbito dos sentidos e ilusões, e não é material. Na realidae nada existe fora com a exceção do Glorioso Ser que é Deus.”

Nos quatro cantos deste universo, formado por percepções, está Deus, o único ser real. Assim o ser mais próxomo ao homem é Deus. Isto é explicado no Alcorão com o verso: “Nós criamos o homem e nós estamos mais próximo a ele do que sua veia jugular”. Aonde quer que estivermos Deus estará conosco. Enquanto você lê este texto o ser mais próximo a você é Deus que cria tudo o que você vê em todos os instantes.

Enquanto Deus nos fizer ver imagens e nos provê com sensações relacionadas ao mundo, continuaremos a viver neste mundo. Quando ele cessa com as imagens e sensações pertencentes a este mundo, mostra-nos o anjo da morte e nos dá percepções de uma dimensão diferente, significa que morremos. O dia da ressureição, julgamento, céu, inferno e a vida eterna será criado por nós da mesma maneira. Criar todas estas coisas é simples para Deus, que nos mostra a evidência de seu eterno poder e infinita sabedoria. Sim, neste mundo.

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Fonte: Compilação de textos e imagens, Renato, Gestor de conteúdo do Arquivo. Baseado no documentário “Universo Holográfico“

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