A DUALIDADE MUNDIAL

 

De Luiz Soares no mês de Maria

11/05/2010

 

Quando adentramos no referencial cronológico do ano 2000, sabíamos, tínhamos certeza de que seria bem diferente. Não é a toa que se convencionou chamar de –  O Século das Comunicações.

Estamos vivendo em tempo real! Sem dúvidas um reflexo positivo para a humanidade. Nada será escondido. Todos os acontecimentos serão visto e analisados, praticamente em cima da hora.

Tanto geologicamente como de ordem climatológica, o mundo vive constatando as mais variadas surpresas. Digo surpresas, pois apesar de podermos ser informados, bem informados, ainda encontramos uma grande maioria que só tem como conhecimento, uma regra: nascer, viver e morrer!

O nascer considerado por acaso já nos traz sérias complicações, se buscarmos as comparações. O viver quase sempre se vincula a um estágio de conformismo ou de revolta. Já o morrer causa pânico de forma generalizada. Eu chamaria isto de conceito obsoleto, vulgar e sem princípio. Somos muito mais importantes do que a forma linear, nos imposta pela linearidade da Terceira Dimensão

Todas as religiões nos advertem de que um dia encontraremos a verdadeira essência divina. Muitos imaginam a vinda de alguém para mais uma vez nos alertar sobre o que fizemos, deixamos de fazer e de se comportar, como estamos e para onde devemos nos dirigir. Chamaria isto de casualismo. O que vale para o Criador é o que somos, como pensamos e agimos de forma coletiva.

A Mãe Terra é coletiva. O espaço sideral como entendemos é coletivo. A família é coletiva. Os amigos são coletivos. Enfim, somos parte de uma coletividade e não fomos criados para sermos exclusivistas, individualistas, protagonistas de uma causa só. Para a semente germinar é preciso existir os nutrientes, a água, o ar, a energia, para que se processem as trocas catiônicas, culminando com o produto que nos sustenta. Isto é coletividade!

Tudo isto carece de um instante, de um momento único que se repete ininterruptamente. O planeta na Era do Gelo era o mesmo. Pertencia ao mesmo sistema solar. Sobrevivia maravilhosamente cumprindo a sua programação de rotação e translação em torno do nosso velho, querido, amado e explosivo Sol. De lá para cá evoluímos consubstancialmente, em todos os sentidos da vida material.

A cobertura vegetal, os animais, os oceanos, os mares, as montanhas, os rios, riachos e lagoas foram modificados. O homem vivia acuado numa caverna, como bicho raivoso. O seu comportamento era sobremaneira bem diferente do que constatamos na atualidade. Comiam, mas não plantavam. Cumpriam a multiplicação da espécie de forma animal, sem existir nenhum tipo de vínculo adornado pelo amor. A vida era um rebanho a vagar pelos campos gelados.

O que quero deixar registrado é que ao longo de muitos e muitos “éons” a humanidade teve conhecimento, educação, intuição, descobertas, melhorias materialistas em todos os sentidos dos prazeres do conforto. Naturalmente que tal condição infelizmente não está disponível para todos. Mas, de qualquer forma podemos afirmar que muito foi conseguido. Muito foi alcançado, graças ao processo de renovação que o planeta vivenciou.

Como a vida material e de nós os encarnados tem tempo para se adaptar, nada melhor do que relembrar o velho pensamento: Na natureza das civilizações, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Seria mesmo uma chatice se continuássemos a repetir indefinidamente tudo como acontece e aconteceu até hoje. Com certeza estaríamos a nos comportar sempre levando em consideração ao que somos sem nenhuma perspectiva de mudanças.

Chegou à hora das mudanças. A Mãe Terra já se prepara para os novos tempos. Os acontecimentos geológicos já nos alertam que o nosso planeta vai mudar, vai adquirir um novo manto, uma nova cobertura, uma nova regra, como forma de se ajustar ao processo evolutivo. Da mesma forma os indicadores climatológicos também já se expressam de forma diferente. E, assim estaremos diante de um dilema coletivo mundial.

Todos os componentes coletivos, os chamados recursos naturais estão no compasso para ver acontecer à nova sinfonia. Para receber os novos e modernos inquilinos. Para se fazer útil aos conceitos e preceitos da convivência harmônica, em todos os sentidos. Poderíamos afirmar que seria o tal falado – estado de graça!

A coletividade se faz mais do que nunca presente e exigente. Devemos nos voltar para o nosso próprio EU. A nossa própria vida. A nossa própria organização fundamentada dentro do princípio divino da sobrevivência coletiva. Os nossos corpos já não serão os mesmos. A nossa capacidade de criar e não de esperar a providência divina deverá mudar. Poderemos exercitar e nos tornarmos intimamente ligados, na condição de filhos da divindade.

Enfim, tudo está sendo modificado dentro de um planejamento minucioso executado pelo Criador, no sentido de nos valorizar. No sentido de nos presentear evolutivamente. As fronteiras da vida que se aproxima serão outras. Assim como o nosso sentido de viver que erradicará o espaço, o tempo, os obstáculos e as limitações. Eis, portanto o que está reservado para nós, como inquilinos amados na Quinta Dimensão.

 

Abraços Afetuosos e Corajosos do Luiz Soares.

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