
Luiz Soares das Terras Nordestinas
O mundo era um só. O globo terrestre rasga o seu ventre, fazendo surgir novos lugares, novos ares, novos encantamentos, novas paisagens, novos dias, novos rumos. Era, por assim dizer mais uma tentativa de separar o jóio do trigo.
A nossa origem não está no planeta Terra. Lembra que somos a essência da Luz. Por isso mesmo somos parte do Universo infinito, andarilhos das estrelas, cavaleiros do céu. A Terra, na escala hierárquica da evolução, assume o último lugar. Esta mudança de conceito vem sendo programada gradativamente.
Num certo dia, após uma preparação cuidadosa e meticulosa do ambiente terrestre, para aqui fomos trazidos. Éramos, portanto os degredados filhos de Eva. Em um ambiente bem distante, fora do sistema solar vivemos há muitos milhões de anos. Estamos reiniciando a nossa jornada. Tudo isto em função do que aprendemos e nos tornamos. A conjuntura do tempo presente é de premiação para os vencedores; e, a certeza para aqueles que não conseguiram ainda, a sua vitória, uma outra oportunidade.
Poderia aqui relatar como se deu, o início da nossa breve estadia no planeta Terra. Mas, isto não seria relevante, no tocante a um processo de pura transferência de um corpo, que na sua composição é pura energia acumulada. Lembra que somos corpo – alma e espírito, forma milagrosa de vibração, que nos torna idênticos a muitos e materializados de forma holística intrínsica, assemelhada aos vegetais e animais do planeta. Em verdade assumimos uma posição e postura criativa, criadoura e permanente, num determinado tempo. Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
A história da nossa civilização é muito rica em detalhes. Quando chegamos trouxemos muitos conhecimentos, formávamos, como formamos ainda “castas” ou aglomerados humanos, sedimentados e multiplicados via conceito familiar. A exemplo disto podemos citar algumas castas, de tipos específicos, tais como: os Egípcios, os Gregos, os Atlantis, os Incas, os Maias, os Fenícius e até mesmo, os navegadores Vikings. Especificamente, muitas foram as suas contribuições, tanto quanto aos rituais pagãos relacionados com os sacrifícios humanos, como também, com relação a moral, a ética, a saúde, a engenharia, a astronomia, as artes, enfim as ciências e as tecnologias.
A nossa estadia é cheia de exemplos, comportamentos e desaparecimentos. Muitos já regressaram deixando apenas indícios das suas índoles e conhecimentos, que ainda hoje, com o advento da engenharia moderna, não conseguimos de fato, avaliar o que foi feito, como foi feito, e o porque de ter sido feito. São monumentos intangíveis ao conhecimento da grande humanidade contemporânea. Isto, apenas foi uma codificação, um registro histórico de que somos bem diferentes nos conhecimentos, porém idênticos na origem. Todos nós, os humanos somos filhos do amor sem fronteiras, independentemente das habilidades que nós próprios lapidamos. A única diferença, seria a nossa capacidade de criar, de conduzir, de tomar decisões. Ai, sim, somos bem diferentes entre sí.
Puxando o fio da nossa existência, metros e mais metros podem ser desenrolados. Com isto voltaríamos e poderíamos visualizar muitos acontecimentos. O mais pitoresco e grotesco seria o desaparecimento da Atlântida, de Sodoma e Gomorra, Pompéia e algumas outras cidades ou “civilizações”
Como continentes, as Américas são diferenciadas das demais partes do globo terrestre. Temos e ainda preservamos grande parte dos nossos recursos naturais. Somos pessoas alegres, espiritualistas por natureza, somos amigos, somos parceiros e bons naturalistas. Decidimos uma gerra que poderia aniquilar muitos e até mesmo chegar a comprometer a estabilidade do planeta. Evoluimos na essência da valorização da liberdade. Se evoluimos em muitos setores, também fomentamos o uso e comportamentos antagônicos com a nossa verdade maior.
Como americanos somos possuidores de muitos tesouros. Veja o Canadá, os Estados Unidos, a América Central e do Sul. Somos povos que, mesmo sendo taxados como pessoas subdesenvolvidas, num conceito de puro materialismo e capitalismo, somos vistos como os inquilinos do bem, dos contempladores de inúmeros recursos naturais. Especificamente, o Brasil é um país maravilhoso em todos os sentidos. Somos diferentes dos demais povos. Somos autênticos, somos a Luz abençoada pelo Cruzeiro do Sul.
O momento é de retrospectiva, de agradecimentos, de formulação de novos paradigmas existenciais. Desperta Américas, desperta para um novo sonho, um novo sentido de vida; pois, estamos prestes a cumprir uma nova jornada, com o tema: de volta as estrelas!
Que a Luz nos guie. Que a Luz nos conduza ao reino da verdade, do amor e da felicidade! Sejamos autênticos, sejamos corajosos! Sejamos e estejamos prontos e alertas, pois as trombetas já emitem os sons, anunciando o advento de um novo tempo!
Abraços fraternos e corajosos do Luiz Soares